quarta-feira, 9 de maio de 2012




Veja como andam as novas Hilux e SW4

Modelos trazem alterações visuais e mecânicas;

Toyota HiluxUma leve plástica, mais itens de conforto, opção de propulsor movido a gasolina para a picape e terceira fileira de bancos para o SUV. Foi de forma discreta, bem ao modo japonês, que a Toyota mexeu na linha Hilux para 2009. Sem estardalhaço, a montadora melhorou um produto que já é referência em seu segmento e, aproveitando o jeito discreto de fazer as coisas, não deixou quase ninguém perceber que também aumentou os preços: a versão top de linha (SRV 4x4 cabine dupla automática), por exemplo, ficou R$ 3 600 mais cara, enquanto a de entrada (STD 4x2 cabine simples 4x2) pede um cheque R$ 800 mais gordo.
 
Em linha com a disciplina oriental, a Toyota segue coerente e não cobra a mais apenas pela renovação visual da Hilux, que traz grade dianteira e lentes dos faróis redesenhadas e novo pára-choque: a opção mais luxuosa ganhou comandos do rádio e do computador de bordo (também inédito) no volante, painel de instrumentos do tipo Optiron (o mesmo do Corolla), ar-condicionado digital e bancos de couro, entre outros. A intermediária SR traz agora pormenores como console com porta-óculos e alargador de pára-lamas, além da estréia do bom motor 2.7 l 16V com tecnologia VVT-i. Em comum para todas as versões com cabine dupla, novas rodas e acerto de suspensão traseira. 
 
Em Pilar, na Argentina, o Carro Online pôde percorrer apenas 11 km com cada versão, trajeto obviamente curto para uma avaliação mais contundente, mas suficiente ao menos para conhecer a opção a gasolina, que estréia em 7 de novembro nas concessionárias junto aos outros modelos. Só gasolina? Por enquanto, sim. “Embora ainda não seja flex, nossa picape tem garantia de 3 anos e excelente desempenho”, disse Frank Gundlach, gerente-geral de marketing da montadora. Ou seja, a tecnologia bicombustível é questão de tempo.
 
Ao volante, a Hilux 2.7 VVT-i – nome escolhido para a novidade – agrada bastante. A primeira girada na chave com a porta ainda aberta assusta, já que o barulho alto do bloco de 2694 cm3 lembra até a versão diesel, mas o isolamento acústico trabalha bem com vidros fechados e ar-condicionado ligado. Os 158 cv de potência a 5 200 rpm e os 24,5 kgfm de torque a 3 800 rpm não fazem a vida de quem está acostumado com motores a diesel tão dura na cidade, embora o motorista deva sentir certa falta de torque em circuito off-road – como dissemos, a avaliação foi curta para tirar essa prova.
 
Câmbio, só manual de 5 marchas. Não chega a ser duro como o da irmã mais cara, mas também não passa perto da suavidade de um Corolla. Da versão anterior do sedã, aliás, a picape leva itens como o volante e o rádio em todas as opções, criando um ambiente de carro de passeio por dentro. Em relação à luxuosa SRV diesel, a SR a gasolina também tem cabine mais simples.
 
Só que tudo faz sentido na hora de assinar o cheque de R$ 79 600 pelo lançamento. São nada menos que R$ 39 200 de diferença para a equivalente a diesel, que traz a mais tração 4x4, bancos de couro, computador de bordo e apliques imitando madeira, entre outros. Certamente esse investimento vale para quem vive no campo, mas, para os “caubóis do asfalto”, a economia é muito bem-vinda. Mesmo assim, a Toyota é cautelosa ao estimar as vendas da nova versão: apenas 10% do mix. A julgar pelo sucesso que esses modelos fazem na cidade, porém, tudo indica que a participação da Hilux a gasolina será maior.

 Toyota Hilux SW4
SW4 ganha identidade própria
 
A versão fechada (e mais luxuosa) da Hilux também mudou. E, diferentemente de antes, agora ela traz identidade própria: faróis, grade e pára-choques são diferentes da picape. A traseira também passou por leves modificações.
 
Mas o mais interessante está dentro do SUV. A estréia da terceira fileira de bancos agora permite levar sete passageiros com um conforto razoável para os dois que ficam lá atrás. Ao contrário de algumas minivans, que tornam a viagem de adultos desconfortável se eles estiverem na “turma do fundão”, a SW4 abriga numa boa os mais crescidos, mas, como é característica nesse tipo de solução, torna o acesso difícil.
 
Os passageiros também podem desfrutar de saídas de ar-condicionado na segunda e terceira fileiras. Os itens de conforto agregados à Hilux SRV também chegam ao SUV. O preço, porém, não foi divulgado, o que deverá ocorrer apenas no Salão do Automóvel. A versão anterior custava R$ 154 100.
 
Diesel ainda é a estrela
 
Por mais que o custo/benefício da nova 2.7 VVT-i seja atraente, as estrelas da linha Hilux ainda são as versões movidas a diesel, sobretudo as luxuosas SRV. Com preço a partir de R$ 107 600 (4x2 manual), a série ainda traz a 4x4 manual (R$ 118 800) e a top 4x4 automática (R$ 125 600).
 
Suave de dirigir, a picape, no curto test-drive, deu a impressão de pular um pouco menos graças ao novo acerto da suspensão. As demais características da Hilux, como interior agradável e bem-acabado e projeto moderno diante das concorrentes (ela foi lançada em 2005), permanecem por lá e se unem num conjunto que torna o modelo da Toyota superior ao das rivais. Agora mais do que nunca, como diria um famoso apresentador.
 
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CONFIRA A FICHA TÉCNICA DOS MODELOS
 
 2.7 VVT-iSRV 4x4 dieselSW4
Motor4 cilindros em linha, 16 válvulas4 cilindros em linha, 16 válvulas4 cilindros em linha, 16 válvulas
Cilindrada2 694 cc2 982 cc2 982 cc
Potência158 cv a 5 200 rpm163 cv a 3 400 rpm163 cv a 3 400 rpm
Torque24,5 kgfm a 3 800 rpm35,0 kgfm a 1 400 rpm35,0 kgfm a 1 400 rpm
Transmissãomanual, 5 marchasmanual, 5 marchas, automática, 4 marchasmanual, 5 marchas, automática, 4 marchas
Comprimento5,255 m5,255 m4,695 m
Largura1,835 m1,835 m1,840 m
Altura1,820 m1,820 m1,850 m
Entreeixos3,085 m3,085 m2,750 m
Peso1 7051 910 (manual); 1 935 kg (automática)1 970 kg (manual); 1 985 kg (automática)



Honda Hornet 1000cc está chegando...

Já comercializada no exterior, a Honda Hornet 1000 (no mercado internacional é a CB 1000R) deverá chegar em breve no mercado brasileiro, disputando assim, espaço com a Suzuki B-King, Kawasaki Z 1000 e com a Yamaha MT-01 (lembrando que esta poderá já sair de linha). A grande dúvida será sobre o preço sugerido.
CB 1000 R
Honda CB 1000 R
CB 1000 R
Honda CB 1000 R


Ficha Técnica Honda CB 1000 R:

Motor
Tipo4 tempos, 4 cilindro em linha, refrigerado por agua, com duplo comando de válvulas (DOHC) e 16 valvulas
Cilindrada998 cm³
Diámetro x Curso75 x 56,5 mm
Compressão11,2 : 1
Potencia máximaND
Par máximoND
Capacidade óleo do motor3,6 litros
Sistema de alimentação
CarburaçãoInjeção eletronica PGM-FI
Diámetro da mariposa da (IE)36 mm
Filtro de arSeco, tipo cartucho de papel
Capacidade do tanque17 litros (incluidos 4 litros de reserva com indicador no painel LCD)
Sistema elétrico
IgniçãoDigital transistorizado com controle computadorizado e avanço eletronico  do ponto
Avanço do Ponto5° APMS (ralenti) ~ 50° APMS (10.000 min-1)
Tipo de VelaIMR9E-9HES (NGK); VUH27ES (DENSO)
PartidaEletrico
Capacidade da batería12 V / 8,6 AH
Potencia do alternador350 W
Farol12 V, 55 W x 1 (corta) / 60 W x 1 (larga)
Transmissão
EmbreagemMultidisco banhado em oleo com molas helicoidais
Ativação da embreagemHidraulico
Caixa de marchas6 velocidades
Redução primária1,604 (77/48)
Relação de marchas12,538 (33/13)
21,941 (33/17)
31,579 (30/19)
41,363 (30/22)
51,217 (28/23)
61,115 (29/26)
Redução final2,750 (44/16)
Transmissão finalCorrente #530 selada por toricas

terça-feira, 8 de maio de 2012


Novo Ford EcoSport, agora de verdade, é mostrado ao mundo


 
A Ford mostra nesta segunda-feira (23), em Pequim (China) e Camaçari (Bahia), a nova geração do Ford EcoSport. O jipinho deve chegar ao Brasil até o final de julho. De acordo com o site Interpress Motor, os preços vão partir de R$ 55 mil.

O carro, exibido apenas na futura versão topo de gama Titanium, apresenta linhas muito semelhantes às dos protótipos exibidos em janeiro no Brasil e também na Índia -- outro mercado emergente que está na mira do novo EcoSport.
O modelo é baseado na nova plataforma global compacta da Ford, usada no New Fiesta. No Brasil, o jipinho deve trazer sob o capô o motor Sigma 1.6, fabricado no país, além de um 2.0 para as versões mais caras. O carro mostrado na China tem bloco EcoBoost 1.0, dotado de sobrealimentação -- este não será disponibilizado no Brasil.

Entre outros equipamentos, o novo EcoSport tem -- ao menos na versão Titanium -- rodas de liga aro 16, partida sem chave, direção elétrica, sensores de chuva, crepuscular e de estacionamento, airbag duplo, freios com ABS (antitravamento), controle eletrônico de estabilidade e assistência de partida em aclives. O sistema de interatividade SYNC é outro destaque. O estepe continua fixado na porta traseira, cuja abertura se dá por uma maçaneta engenhosamente "camuflada" junto à luz de ré.
O carro para nosso mercado sairá da linha de montagem de Camaçari, mas o modelo será fabricado também na China e na Índia, e vendido em cerca de 100 países. No entanto, seu desenvolvimento foi feito principalmente em terras verde-amarelas.

"O nosso time do Brasil usou seus anos de experiência, trabalhando em conjunto com nossos centros de desenvolvimento do produto de todo o mundo, para tornar ainda mais fortes todos os aspectos do EcoSport de nova geração. Ele é um exemplo da nossa capacidade técnica e de inovação", disse Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul, de acordo com nota distribuída nesta segunda pela assessoria da fabricante.
·                    
No domingo (22), a Ford liberou a primeira imagem oficial do interior do novo EcoSport. Sem surpresas: parece um New Fiesta. No mesmo dia, a fabricante promoveu um megashow em Salvador, comandado pelo cantor Carlinhos Brown, no qual o jipinho foi exibido (mas de longe). Nesta segunda, exibiu uma unidade do carro durante uma visita de jornalistas à fábrica em Camaçari -- mas, apesar de liberar o EcoSport para ser abordado e fotografado, proibiu o acesso ao motor.

NEGÓCIO DA CHINA?
O EcoSport tem enorme importância para o Brasil, onde a Ford luta para não perder ao menos a quarta colocação em vendas (hoje é acossada pela Renault), mas na China, onde o jipinho foi exibido no Salão de Pequim, a recepção foi fria -- quase gélida.

No estande da Ford no evento, os SUVs maiores, como o novo Escape ou o mesmo o Explorer, interessavam mais ao visitantes. Mas a sensação foi mesmo o médio Focus, que na China já exibe os traços da terceira geração e, tanto na versão sedã quanto na recém-anunciada ST (hatch esportivo, com agressiva grade pseudo-hexagonal), provocou reações de aprovação entre os chineses.


        CRF 230F vs TT-R 230



Motor
CRF 230F
TT-R 230
Cilindrada
223 cc
223 cc
Tipo
OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
OHC, monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
Radiador de óleo
Não
Não
Torque Máximo
1,92 kgf.m a 6500 rpm
não informado pelo fabricante 
Potência Máxima
19,3 cv a 8000 rpm
não informado pelo fabricante 
Transmissão (câmbio)
6 velocidades
6 velocidades
Sistema de Partida
Elétrica
Elétrica

Chassi
CRF 230F
TT-R 230
Tipo
Berço semi-duplo
Berço semi-duplo
Suspensão Dianteira / curso
Garfo telescópico / curso 240 mm
Garfo telescópico / curso 240 mm
Suspensão Traseira / curso
Pro-Link
/ curso 230 mm
Monoamortecida com link
/ curso 220 mm
Freio Dianteiro / Diâmetro
A disco hidráulico / 240 mm
A disco hidráulico / 194 mm
Freio Traseiro / Diâmetro
A tambor / 110 mm
A tambor/130 mm
Rodas
Aros de alumínio
Aros de alumínio
Pneu Dianteiro
80/100 – 21NHS MT320H
80/100 – 21NHS MT320H
Pneu Traseiro
100/100 – 18NHS MT320H
100/100 – 18NHS MT320H

Dimensões
CRF 230F
TT-R 230
Comprimento total
2.059 mm (2,06 m)
2.065 mm (2,07 m) 
Largura total
812 mm (81,2 cm)
800 mm (80 cm)
Altura total
1.190 mm (1,19 m)
1.180 mm (1,18 m) 
Distância entre eixos
1.372 mm (1,37 m)
1.385 mm (1,39 m)
Distância mínima do solo
305 mm (30,5 cm)
295 mm (29,5 cm)
Altura do assento
872 mm (87,2 cm)
870 mm (87 cm)

Capacidades
CRF 230F
TT-R 230
Tanque de Combustível
7 litros
8 litros
Óleo do Motor
1,2 litro
1,3 litro

Sistema elétrico
CRF 230F
TT-R 230
Ignição
CDI (ignição por descarga capacitativa)
CDI (ignição por descarga capacitativa)
Bateria
12V / 4 Ah / selada
não informado pelo fabricante
Farol
35W
não tem






 

Kawasaki Z1000

Com motor de torque admirável que pede moderação nas arrancadas, a nova Z1000 chega e impõe respeito

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Street Fighter: estilo de guerra nas ruas
A Kawasaki começa a apresentar o arsenal de que dispõe para conquistar terreno no Brasil. A nova naked Z1000 hipnotiza com seu design anguloso e agressivo, com soluções que beiram o inusitado. O ronco áspero confirma a sensação de que se trata de uma moto poderosa e de muita personalidade. Com cara de má, impõe respeito pela aparência, antes mesmo de manifestar sua fúria brutal. 

Visualmente, parece muito menor do que realmente é. A Z1000 tem entre-eixos 25 mm maior que o da irmã superesportiva, a Ninja ZX-10R. Na ZX-10R, também de 1000 cc, essa distância é de 141,5 cm, contra 144 cm da naked. Uma das características que a tornam tão maneável, rápida nas mudanças de direção e leve ao pilotar é o ângulo de cáster, com 1 grau a menos que a superesportiva carenada, e o ângulo de trail, 7 mm mais recuado. Esses valores, aliados ao baixo centro de gravidade e à centralização de massas, compensam o maior entre-eixos.


Vista de frente, destaca-se o conjunto óptico bastante baixo, apontando na direção do para-lama dianteiro, coberto pela minúscula carenagem do painel. Esse conjunto relativamente pequeno, somado às curtas ponteiras de escape em forma piramidal e à ínfima rabeta, a fazem parecer mais diminuta. Por outro lado, emprestam agressividade única ao visual, que se faz reconhecer de imediato como o de uma moto potente e feroz. 

Apenas o tanque de combustível parece grande quando visto de fora. Essa impressão também se desvanece do ponto de vista do motociclista, em posição de pilotagem. 

Sentado no banco, você percebe que é a parte superior do tanque (graças, principalmente, a duas saliências que ampliam sua largura) que lhe dá o aspecto mais encorpado. 

Sua porção inferior, onde se apoiam os joelhos, é estreita, ajudando muito na pilotagem, acentuando a ideia de se tratar de uma moto bem menor. 

A posição de condução é confortável. O guidão é largo na medida certa, seus comandos são simples e funcionais. O banco tipo monoposto é grande e está sempre jogando o piloto contra o tanque. As pedaleiras são levemente recuadas e completam uma ergonomia relaxada e apta a qualquer tipo de manobra no asfalto, inclusive curvas fortes, ao estilo de pista. 

O garupa foi relegado a um evidente segundo plano na proposta guerreira do modelo: tem um banquinho minúsculo e duro o bastante para lhe transmitir algum sofrimento durante o passeio, recebendo em cheio os impactos da suspensão. 

NA PRÁTICA 
A Z1000 é daquelas motos que a cada saída de semáforo aguçam o apetite de piloto e despertam a vontade de dar uma torcida a mais no punho, nem que seja apenas para sentir o empuxo do motor de quatro cilindros em linha, refrigeração líquida, 16 válvulas. São 11,2 mkgf de torque (disponíveis na totalidade aos 7800 rpm) e 138 cv (a 9600 rpm) de potência máxima. Com 218 kg de peso em ordem de marcha, a sensação é de uma largada de GP – com a frente da moto decolando a cada troca de marcha. 

A relação de câmbio é levemente curta e acentua essa tendência, deixando suas respostas bem mais ariscas e as retomadas, rápidas em qualquer situação. Na pista de testes, levou exíguos 2,1 segundos para retomar, em quinta marcha, dos 80 aos 110 km/h. Na prova de aceleração de 0 a 100 km/h, gastou 3,7 segundos e a velocidade máxima na pista parou nos 240,1 km/h (o motor chegou à rotação de corte). A Z1000 é rápida o bastante para fazer ultrapassagens tranquilas com muita sobra, deixando o outro veículo para trás em frações de segundo. Essa virilidade toda vem acompanhada de um ronco que se eleva como um rugido alto, quase um grito de guerra. Delicioso de ouvir. 

NUA E LIGHT 
A parte ciclística da Z1000 é bem solucionada, e sua maneabilidade é digna de uma 600 cc. A sensação de leveza dessa grande naked é maior do que seu peso sugere. As suspensões totalmente reguláveis – bengalas de 41 mm invertidas e monoamortecedor traseiro com links – copiam bem o asfalto, embora nas curvas com piso ruim façam a moto chacoalhar um pouco. Essa condição não é frequente e pode ser debitada na conta do pavimento acidentado. O desempenho das suspensões pode melhorar com os ajustes (pré-carga de mola, compressão e retorno) que o sistema oferece. 

Outra virtude da nova máquina são os freios potentes e muito bem dimensionados. Os dois discos dianteiros de 300 mm mordidos por pinças radiais de quatro pistões facilitam o trabalho e têm uma pegada firme. Até por isso, exigem sensibilidade e experiência para frenagens rápidas ou de pânico, principalmente diante do disco traseiro de 250 mm, que tende a bloquear a roda nas frenagens mais vigorosas. 

A nova naked entusiasma a partir do momento em que entra no campo de visão do motociclista – e acaba por seduzi-lo quando acelera. A cada quilômetro rodado, a vontade de seguir pilotando a Kawasaki Z1000 cada vez mais próxima da zona ideal, entre 7000 e 9000 rpm, aumenta e faz sentir a ferocidade, tanto para quem pilota como para quem a vê, uma combinação de admiração com alguma dose de intimidação.

Husqvarna TE 510cc

Especificações Técnicas:


Motor:Monocilíndrico 4 tempos, DOHC, refrigerado a água
Cilindradas:501 cc
Potência Máxima:53 CV
Capacidade do Tanque:9,2 litros
Suspensão Dianteira:Invertida Marzocchi de 50 mm com ajustes de compressão e retorno
Suspensão Traseira:Balança de alumínio com amortecedor à gás Sachs com ajustes de pré carga , compressão e retorno
Freio Dianteiro:Disco simples, 260 mm, pinça Brembo de 2 pistões
Freio Traseiro:Disco flutuante, 240 mm, pinça Brembo de 1 pistão
Pneu Dianteiro:90/90- 21
Pneu Traseiro:140/80 -18
Roda Dianteira:Raiada com aro de alumínio, aro 21
Roda Traseira:Raiada com aro de alumínio, aro 18
Comprimento:2212 mm
Distância entre Eixos:1495 mm
Altura do Assento:980 mm
Peso Seco:113,8 kg
Cores:Branco com vermelho
Preço Aproximado:R$ 27.900,00

Mitsubishi aumenta a linha L200 



Triton

Agora, a picape tem preços a partir de R$ 86.990.
Montadora cria versão exclusiva para frotistas.

A Mitsubishi lança nesta semana a L200 Triton 2012 com uma nova linha de versões cabine dupla. As novas L200 Triton GLS, L200 Triton GLX e a L200 Triton GL, esta última exclusiva para frotistas, chegam para completar a linha junto com a L200 Triton HPE. A ideia da nova GL é assumir o lugar do aposentado modelo Outdoor, como a versão mais barata. Agora, a picape tem preços a partir de R$ 86.990.
"Agora estamos lançando uma nova linha de produtos com três novos veículos, e continuando com a evolução nas cabines duplas. Acreditamos nesse mercado e estamos investindo em novos e modernos produtos", afirma em nota o presidente da Mitsubishi Motors do Brasil, Robert Rittscher. Em 2011, a Mitsubishi teve aumento de 24,5% nas vendas em relação a 2010.
Mitsubishi L200 Triton tem novas versões GLS, GLX e GL (Foto: Divulgação)Mitsubishi L200 Triton tem novas versões GLS, GLX e GL (Foto: Divulgação)
Os novos modelos são equipados com o motor turbo de 3.2L Diesel 16V DOHC, com injeção eletrônica direta Common-Rail, Turbocompressor e Intercooler, que gera 170 cv de potência e 35 kgf.m de torque. Eles contam com sistema de tração Easy Select, com 4x2, 4x4 e 4x4 reduzida. O raio de giro com 5,9 metros facilita as manobras e o uso no dia a dia. Já o ângulo de entrada é de 39º, o de saída é de 23º e a altura livre do solo de 205 mm.
A suspensão dianteira é independente, com braços triangulares duplos, amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora, além de ter um chassi que foi desenvolvido para incrementar a resistência à flexão e à torção. Todas as versões são equipadas com ar-condicionado, grupo óptico moderno e harmonioso, retrovisores com ajuste elétrico e a nova grade frontal, que reforça o design exclusivo e visual robusto das cabines duplas.
Para quem procura praticidade e comodidade para o dia a dia, a caçamba longa da nova linha L200 Triton tem grande capacidade de carga: 1.505 mm de comprimento, 1.470 mm de largura e 460 mm de altura. Para ajudar na segurança da acomodação dos objetos, a caçamba oferece seis ganchos de fixação.
As novas cabines duplas da Mitsubishi estão disponíveis nas concessionárias cores Branco Alpino, Cinza Londrino, Prata Rodhium, Prata Técno, Preto Ônix, Verde Pantanal, Vermelho Bordeaux e Vermelho Mônaco.
Confira os preços da linha 2012 da Mitsubishi Triton
L200 Triton GLS - R$ 97.990
L200 Triton GLX - R$ 90.990
L200 Triton HPE Flex AT - R$ 104.690
L200 Triton HPE AT - R$ 125.990
L200 Triton HPE MT - R$ 115.990
L200 Triton GL - R$ 86.990
L200 Triton GL (airbag, ABS) - R$ 91.990